sexta-feira, 16 de março de 2012

Oito benefícios que o sono traz para a sua saúde

Dormir bem pode prevenir obesidade, depressão e até doenças cardíacas.


Nada melhor do que chegar em casa depois de um longo dia, dormir profundamente e acordar renovado no dia seguinte. Mas o sono não assume apenas esse papel revigorante - ele tem diversas outras funções essenciais para o nosso organismo. Dormir menos que o recomendado (6 a 8 horas em média) ou acordar diversas vezes durante a noite em decorrência de distúrbios como apneia e insônia pode causar mais malefícios ao organismo do que imaginamos.

A neurologista Rosa Hasan, responsável pelo Laboratório do Sono do Hospital São Luiz, explica que o sono de qualidade ruim desorganiza o metabolismo e prejudica a síntese de alguns hormônios, favorecendo diversas doenças como obesidade e depressão. Por isso, neste Dia Mundial do Sono, comemorado hoje, listamos todos os benefícios que uma noite bem dormida pode fazer pela sua saúde. Confira:
Previne a obesidade
Durante o sono nosso organismo produz a leptina, um hormônio capaz de controlar a sensação de saciedade - portanto, pessoas que tem dificuldades para dormir produzem menores quantidades desta substância. "A consequência disso é ingestão exagerada de calorias durante o dia, pois o corpo não se sente satisfeito", explica a neurologista Rosa Hasan. Além disso, o grupo dos insones produzem uma maior quantidade de um outro hormônio, a grelina, uma substância que está relacionada a fome e a redução do gasto de energia. 
Outro fator é importante é a perda de gorduras - segundo um estudo feito na Universidade de Chicago, pessoas que dormem de seis a oito horas por dia queimam mais gorduras do que aquelas que dormem pouco ou tem o sono fragmentado. De acordo com o estudo, dormir pouco reduz em 55% a perda de gordura.


Combate à hipertensão
Um estudo da Universidade de Chicago, nos Estados Unidos, comprovou que um sono profundo e ininterrupto está relacionado a bons níveis de pressão arterial. A neurologista Rosa Hasan explica que a dificuldade em descansar durante a noite é equivalente a um estado de estresse, aumentando a atividade da adrenalina no corpo. "Uma noite mal dormida deixa o organismo em estado de alerta, aumentando a pressão sanguínea durante a noite", explica a especialista. Ela afirma que com o tempo essa alteração na pressão sanguínea se torna permanente, gerando a hipertensão.


Fortalece a memória
Pressão que conseguem ter uma boa noite de sono absorvem melhor as informações do dia a dia do que aquelas que passam longos períodos sem dormir, diz um estudo feito pela Universidade de Lubeck, na Alemanha. Segundo os pesquisadores, isso acontece porque durante o descanso ocorre a síntese de proteínas responsáveis pelas conexões neurais, aprimorando habilidades como memória e aprendizado. 
O especialista em apneia Fausto Ito, membro da Associação Brasileira do Sono, explica que, durante a noite, o cérebro faz uma varredura entre as informações acumuladas, guardando aquilo que considera primordial, descartando o supérfluo e fixando lições que aprendemos ao longo do dia. "Por esse motivo, quem dorme mal, geralmente, sofre para se lembrar de eventos simples, como episódios ocorridos no dia anterior ou nomes de pessoas muito próximas", diz. 


Previne depressão
As chances de a depressão comprometer a qualidade de vida de uma pessoa pode ser menor se ela dormir entre seis e nove horas por dia. É o que indica um estudo feito no Cleveland Clinic Sleep Disorders Center, em Ohio, nos Estados Unidos, que analisou mais de dez mil pessoas. 
Os resultados mostraram que pessoas com o sono considerado "normal" - de seis a oito horas por noite - tiveram índices mais altos de qualidade de vida e níveis mais baixos de depressão quando comparados aos que dormiam pouco ou muito. Também foi observado aqueles que dormem menos que seis e mais de nove horas por dia sofrem uma piora na qualidade de vida e índices de depressão mais altos.  


Favorece o desempenho físico
Quando dormimos profundamente e sem interrupções, nosso corpo começa a produzir o hormônio GH, responsável pelo nosso crescimento. Essa substância só começa a ser produzida aproximadamente meia hora após uma pessoa dormir - por conta disso, pessoas que tem o sono fragmentado sofrem dificuldades de sintetizar esse hormônio. "O hormônio do crescimento tem como funções ajudar a manter o tônus muscular, evitar o acúmulo de gordura, melhorar o desempenho físico e combater a osteoporose", explica a endocrinologista Alessandra Rasovski, da Sociedade Brasileira e Endocrinologia e Metabologia.


Controla o diabetes
Pessoas com diabetes e tem um sono insuficiente desenvolvem uma maior resistência insulínica, tornando o controle da doença mais difícil. É o que afirma um estudo feito pela Northwestern University, dos Estados Unidos. Os pesquisadores monitoraram o sono de pessoas com diabetes por seis noites. Os participantes que tiveram o sono de má qualidade tiveram aumento de 23% nos níveis de glicose no sangue e 48% nos níveis de insulina. Usando esses números para estimar a resistência insulínica do indivíduo, os pesquisadores concluíram que portadores de diabetes que dormem mal tinham 82% mais resistência insulínica que os portadores com sono de qualidade. 
De acordo com a endocrinologista Alessandra Rasovski, dormir mal em decorrência de distúrbios do sono não só dificulta o controle da doença como também pode favorecer o aparecimento de diabetes tipo 2. ?É durante o sono que o corpo estabiliza os índices glicêmicos. Quem não tem um sono de qualidade sofre com o descontrole do nível de glicose, podendo desenvolver diabetes?, explica. 


Diminui o risco de doenças cardiovasculares
Uma pesquisa da Warwick Medical School, nos Estados Unidos, mostra que a privação prolongada do sono ou acordar várias vezes durante a noite pode estar relacionado a acidentes vasculares cerebrais, ataques cardíacos e doenças cardiovasculares. Os autores do estudo conduziram uma investigação que acompanhou durante 25 anos mais de 470 mil pessoas em oito países, incluindo Japão, Estados Unidos, Suécia e Reino Unido. 
De acordo com os pesquisadores, dormir pouco causa um desequilíbrio na produção de hormônios e substâncias químicas no organismo, condição que aumenta as chances de desenvolver colesterol alto, doenças cardiovasculares e derrames cerebrais. Dormindo cerca de sete horas por noite, você está protegendo a sua saúde futura e reduzindo o risco de desenvolver doenças crônicas. 


Melhora o desempenho no trabalho
Pessoas que tem o sono constantemente interrompido ao longo da noite ou não dormem o suficiente não conseguem atingir os estágios mais profundos do sono, e por isso não descansam de forma adequada. 
O especialista em medicina do sono Daniel Inoue, do Hospital Santa Cruz, conta que os principais sintomas sentidos por uma pessoa que não dorme são sonolência diurna, irritabilidade, fadiga, dificuldade para se concentrar ou absorver novas informações e maior facilidade de sofrer graves acidentes de trânsito e trabalho. 
"O estresse no trabalho também pode aumentar os comportamentos de risco, como tabagismo e abuso de álcool e drogas, além de desencorajar hábitos saudáveis, como atividade física e a alimentação equilibrada", alerta Daniel. 


Fonte: http://msn.minhavida.com.br
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quinta-feira, 15 de março de 2012

Quer morrer rapidamente? Conheça 5 lanches que matam só de olhar


Atualmente as sociedades, principalmente as ocidentais, se tornaram extremamente estressadas, apressadas e… obesas.
Um reflexo dessa “correria” é encontrado na alimentação, nos chamados fast-foods (do inglês, “comida rápida”) que são alimentos preparados rapidamente e consumido por conveniência, como sanduíches e outros. Este hábito alimentar é comum em alguns lugares, especialmente nos Estados Unidos. Um dos piores perigos desse costume foi comprovado por dados estatísticos, que demonstraram a obesidade dos americanos: Entre 1988 e 1994, 23% dos americanos podiam ser caracterizados clinicamente como obesos. Em 1999, esse número subiu para 30%. Além de uma refeição dessas ser extremamente calórica (um sanduíche, um refrigerante médio e algumas batatas fritas possuem em torno de 1500 Kcal), correspondendo a grande parte do que deveria ser ingerido num dia, pode causar problemas de saúde.

A grande quantidade de gordura presente nesses alimentos eleva os níveis de colesterol, aumentando o risco de doenças coronárias. Além disso, o açúcar e o sódio presentes nesses alimentos têm uma ligação direta com doenças cardíacas e diabetes. Segundo o estudo Desenvolvimento do Risco Arterial Coronário em Jovens Adultos feito nos Estados Unidos, a obesidade é responsável por cerca de 300 mil mortes no país, e a cultura do fast-food é, provavelmente, a principal responsável por isso.

Veja a seguir uma lista de lanches mortais que apresentam um valor calórico muito acima do aconselhável para um adulto, que é de 2.500 calorias por dia. Não olhe muito para as fotos, elas podem te fazer mal…
Um restaurante do Arizona, nos Estados Unidos, chama este lanche de “Quadruple Bypass Burger” (Hambúrguer da Ponte Quádrupla de Safena), que conta com 8.000 calorias. É excelente para quem está com pressa para se encontrar com o Criador.
Este é da Inglaterra. Uma lanchonete da cidade de Corby oferece um café da manhã com 7.500 calorias, ou seja, três vezes o recomendado por dia. Segundo o gerente da casa, somente quatro fregueses conseguiram comer o super-prato. Contam que os quatro só terão alta hospitalar daqui a dois meses…
O restaurante ‘Jolly Fryer’, em Bristol, também na Inglaterra, criou um hambúrguer de 5.000 calorias. O lanche conta com oito hambúrgueres de carne e 16 fatias de queijo, além de outros ingredientes, todos muito gordurosos. Rebatendo com uma Coca-Cola, diariamente, o seu destino será o hospital ou o cemitério…
Em Nova York, um restaurante oferece o “Heart Attack Sandwich” (Sanduíche do Ataque Cardíaco), que conta com 3.000 calorias. Pelo físico da garçonete, com certeza, ela não come esse lanche…
Um restaurante de Montreal, Canadá, criou este sanduíche com mais de 5.000 calorias. O lanche chama-se “Angry French Canadian Sawndwich” (Sanduíche Franco-Canadense Furioso). Dizem que o enterro é por conta da casa…


Fonte: http://www.vocesabia.net/saude
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quarta-feira, 14 de março de 2012

Trate desconfortos do dia a dia com remédios naturais

Azia, enjoo, tosse e até afta podem desaparecer com receitas simples 


Nem sempre é preciso apelar para a farmácia na hora de resolver um problema. Às vezes, a solução é bem mais simples e está bem ali, na fruteira de casa. 


A eficiência dos remédios naturais é velha conhecida da sua avó e das gerações passadas, mas tem se perdido atualmente em parte, devido à facilidade em encontrar serviços que funcionam 24 horas. 

Sem dúvida, não é o caso de tentar cuidar da sua saúde sozinha. A opinião de um especialista é fundamental sempre que você nota algo estranho no seu corpo. 

Mas quando o mal-estar parece simples, as dicas caseiras podem aliviar bastante um inconveniente que, dali a pouco, desapareceria.

Com a ajuda da nutricionista Flávia Morais, da rede Mundo Verde, o MinhaVida apresenta uma lista de soluções simples e eficazes contra sete problemas muito comuns do dia-a-dia. Acompanhe abaixo.


Azia 

Receita: Comer gengibre 

Por que funciona: estudos mostram que o gingerol e shogoal presentes no gengibre são eficazes no controle de náuseas. 

Riscos: contra indicado para pessoas com hipersensibilidade ao gengibre ou seus componentes. Dormencia na língua e olhos inchados após comer a raiz são sinais de alergia.  

Cólica Menstrual 

Receita: suco de abacaxi com couve 

Por que funciona: a bromelina do abacaxi atua como antiinflamatória e os nutrientes cálcio e magnésio da couve são relaxantes musculares. 

Riscos: pessoas hipersensíveis ao abacaxi não devem tomar. Insônia  

Insônia 

Receita: Suco de maracujá adoçado com mel de laranjeira 

Por que funciona: o maracujá é famoso por suas propriedades calmantes, sendo indicado para combater insônia, agitação, irritação e ansiedade. O mel de flor de laranjeira também tem propriedades calmantes. 

Riscos: Pessoas diabéticas não podem consumir o mel, assim como menores de 1 ano de idade pelos riscos de botulismo. 

Intestino preso 

Receita: Aumente o consumo de fibras. Inclua a semente de linhaça em sucos ou frutas. 

Por que funciona: as fibras aumentam o volume do bolo fecal facilitando sua eliminação. 

Riscos: pessoas que aumentam o consumo de fibras também precisam beber mais líquidos, senão há o risco da prisão de ventre piorar.

Afta 

Receita: Fazer bochechos com água e própolis ou aplicar o spray diretamente sobre a afta

Por que funciona: o própolis tem função analgésica, cicatrizante e antiinflamatória 

Riscos: não existem contra indicações ao uso do própolis .

Tosse 

Receita: Mel de eucalipto com gotas de própolis 

Por que funciona: o mel ajuda na expectoração e diminui a irritação da garganta. O própolis é anti-inflamatório 

Riscos: Pessoas diabéticas não podem consumir o mel, assim como menores de 1 ano de idade.


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terça-feira, 13 de março de 2012

ABDOMINOPLASTIA - Saiba mais sobre ela.

O que é abdominoplastia? 

Pelas razões acima explicadas - patologias ou doenças da parede abdominal - é necessário, com maior ou menor freqüência, a correção cirúrgica da parede abdominal. A cirurgia da parede abdominal é denominada de abdominoplastia. 

A abdominoplastia visa a correção funcional e estética da parede abdominal. Dependendo do tipo de anormalidade, pode ser necessária a correção dos elementos profundos, musculares, ou os da superfície, com a retirada dos excessos gordurosos. 

No homem também ocorrem alterações da parede abdominal, fundamentalmente por conta de flacidez da musculatura e devido a acúmulo gorduroso na porção abdominal inferior abaixo da cicatriz umbilical. 
Quando gestações sucessivas causam alterações na parede abdominal da mulher, ou quando, tanto na mulher quanto no homem, o excesso de depósito de tecido gorduroso desencadeia uma saliência não estética, ou ainda, após um extenso emagrecimento, o excesso de tecidos resultantes no abdômen pode exigir correção. Nessas situações, cabe ao cirurgião plástico a correção desses defeitos. 

O tipo de anestesia a ser utilizado nessa intervenção cirúrgica pode ser combinado com o cirurgião ou com o anestesista em uma visita pré-operatória. 

Constituição do Abdômen 

A parede do abdômen é constituída de uma série de camadas que envolvem e protegem os elementos que estão colocados no interior da cavidade abdominal. Se forem analisadas essas camadas observaremos, abaixo da pele, uma grossa camada, chamada de subcutâneo, que é constituída fundamentalmente de tecido gorduroso. Mais profundamente, encontramos três capas superpostas de tecido muscular. Esses músculos formam a parede muscular que permite o esforço de contração abdominal com compressão das estruturas profundas viscerais. No momento em que realizamos um determinado esforço, por exemplo, o esforço da defecação, esses músculos se contraem e comprimem estruturas profundas, desencadeando uma determinada ação. 

De todas as regiões do organismo, a parede abdominal é, provavelmente, uma das que mais freqüentemente acumula gordura, a qual se deposita no subcutâneo. A parede abdominal é sujeita à alterações importantes em determinadas fases do ciclo de vida de alguns indivíduos. 


Nas mulheres, durante a gestação, pela presença de uma massa (o feto), que se desenvolve de maneira bastante volumosa no interior da cavidade uterina, ocorre um aumento importante de toda a cavidade, fazendo com que a musculatura, em determinadas circunstâncias, possa sofrer alterações, com o afastamento das massas musculares na linha média. Exatamente na linha média existe uma linha vertical que passa pela cicatriz umbilical onde os grupamentos musculares do lado direito e do lado esquerdo fundem-se. Quando ocorre o aumento intra-abdominal gestacional, esta linha pode sofrer um processo de afastamento. 

Esse esgarçamento faz com que, na linha média, possam aparecer hérnias. Hérnias são zonas de fragilidade da parede muscular que permitem a saída de vísceras (porções de intestino) de dentro da cavidade para o exterior. Essas hérnias podem tornar-se mais ou menos volumosas, dependendo do grau de pressão intra-abdominal e do grau de alteração da parede muscular. 

Essas modificações internas manifestam-se na porção externa da parede abdominal com alterações mais ou menos volumosas. Sabe-se que mulheres que têm gestações sucessivas apresentam mais facilidade para o aparecimento desse quadro. 

Como é feita a cirurgia? 

Durante a cirurgia é realizada uma incisão com o mesmo posicionamento da incisão habitualmente utilizada na cesariana. Entretanto, é importante frisar que a incisão utilizada na abdominoplastia é bem mais longa. É feito então um descolamento amplo em toda a parede anterior e lateral do abdome. Com este campo operatório preparado, a parede muscular pode ser examinada detidamente e as alterações corrigidas minuciosamente. 


 - Hérnias podem ser fechadas, 

 - esgarçamento da linha média pode ser corrigido e, 

 - associado a isso, pode ser retirado o excesso de gordura da parede. 

Corrigidos os defeitos dos elementos profundos e superficiais, é feito então o fechamento da parede e a recolocação da cicatriz umbilical em sua posição normal. O paciente é posicionado na cama de forma semi-fletida (dobrada), o que impede a tração nos tecidos trabalhados. Em geral, a hospitalização para esse tipo de procedimento cirúrgico dura de dois a três dias. 

Como é o pós-operatório? 

Durante as primeiras semanas de pós-operatório, o paciente não deve realizar esforços físicos, pois existe o risco de abertura das suturas realizadas na musculatura. Depois desse tempo, gradualmente, o paciente vai voltando à sua vida normal, e os esforços podem tornar a fazer parte da sua rotina. A cicatriz resultante dependerá fundamentalmente da qualidade de cicatrização desse paciente em particular. Cada indivíduo apresenta uma peculiaridade especial no que diz respeito à cicatrização. Existem indivíduos que após uma cirurgia desse tipo ficam com uma cicatriz quase imperceptível. Outros, entretanto, formam cicatrizes hipertróficas ou queloideanas que alteram o resultado final satisfatório do procedimento. Claro que sempre existirá a possibilidade de tentativa de melhoria dessas cicatrizes. 

A cicatrização é um fenômeno que depende de elementos intrínsecos e extrínsecos. Os fatores extrínsecos dependem do cuidado com o manejo dos tecidos. Os fatores intrínsecos dependem fundamentalmente das características genéticas e pessoais do indivíduo. Existem situações em que, apesar de todos os cuidados, o resultado das cicatrizes não é de boa qualidade, pois as características do indivíduo não permitem uma cicatrização esteticamente satisfatória. 

Freqüentemente, são necessários procedimentos cirúrgicos de retoques em abdominoplastias. Esses retoques podem se constituir em tentativas: 

- de melhoria de cicatriz, 

- de melhoria do perfil, ou 

- de correção de irregularidades na distribuição da gordura. 




Fonte: http://www.abcdasaude.com.br/artigo.php?469 
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segunda-feira, 12 de março de 2012

Branco dos olhos: sinal de beleza ou saúde?

Dizem que a beleza de uma pessoa está nos olhos. Mais precisamente, no branco dos olhos. Uma pesquisa realizada na Universidade de Maryland, nos Estados Unidos, investigou o impacto causado nos outros quando olham para alguém com olhos avermelhados ou amarelados. Conclusão: olhos avermelhados costumam provocar uma sensação de desconforto nos outros, que julgam essa condição pouco atraente e acreditam que a pessoa esteja passando por problemas sérios de saúde ou emocionais.

Os padrões de beleza variam de cultura para cultura. Pessoas que aparentam ser jovens e saudáveis, entretanto, são sempre mais elogiadas. Além de itens como cabelo bem tratado, pele lisa e livre de cicatrizes e sorriso bonito, o coordenador do estudo, doutor Robert Provine, descobriu que o branco dos olhos é bastante considerado dentro da percepção da beleza.
Mas, o que pode por em risco o branco dos olhos? De acordo com o oftalmologista Renato Neves, diretor-presidente do Eye Care Hospital de Olhos, em São Paulo, o branco dos olhos é chamado de esclera e faz parte da camada externa dos olhos, juntamente com a córnea. “Trata-se de uma camada protetora do olho, densa, composta por fibras de colágeno. Ao nascimento, costuma se apresentar azulada. Na velhice, mais amarelada. Mas, durante a maior parte da vida é branca. Por ser coberta por uma camada bastante vascularizada, há situações em que se apresenta avermelhada”.
A vermelhidão temporária e sem dor, de acordo com o médico, pode estar associada tanto ao cansaço da vista, como a um quadro de conjuntivite. Descartados os cinco tipos principais de conjuntivite – viral, bacteriana, alérgica, tóxica e química, sendo as últimas duas decorrentes do uso de maquiagem e produtos para os cabelos – é preciso investigar outros processos inflamatórios, inclusive os que estão associados a outras doenças.
“A esclerite e a episclerite são processos inflamatórios que atingem essa capa ocular externa, provocando vermelhidão e dor. Podem indicar outros problemas de saúde, como herpes zoster, sífilis, gota e tuberculose, entre outros. Em casos mais graves, evidenciam a presença de um nódulo no globo ocular ou ainda um quadro infeccioso grave do paciente”, diz Neves.

Na opinião do oftalmologista, que concorda com a afirmação de que, quanto mais claro o branco dos olhos, mais jovem e saudável a pessoa aparenta ser, é importante que todos passem a observar cuidadosamente as mudanças de cor da esclera. “Se o branco dos olhos adquirir um tom rosado ou avermelhado e esse quadro não regredir espontaneamente em poucas horas, o ideal é procurar um médico, principalmente se a vermelhidão for acompanhada por sensação de irritação ou dor”.
Fontes:
Dr. Renato Neves, cirurgião-oftalmologista e diretor-presidente do Eye Care Hospital de Olhos, em São Paulo – www.eyecare.com.br

quinta-feira, 8 de março de 2012

Por que temos problemas sexuais?

Em algum momento, você chegou a pensar que um problema sexual é algo que acontece a poucas pessoas, em circunstâncias muito particulares. E certamente já percebeu que não é bem assim, já que o número de pessoas com disfunções sexuais é altíssimo, superando um terço da população sexualmente ativa. Uma vez, durante um congresso científico,  escutei um colega espanhol comentar que os transtornos sexuais são como cáries: em algum momento, todos nós vamos ter um.
 Se você estiver passando por alguma dificuldade que afete a sua resposta, e portanto, a satisfação sexual, é bom que saiba que as causas são várias, distintas, às vezes múltiplas. Portanto, informar-se é fundamental para buscar a terapia mais indicada. Se sua sexualidade é satisfatória, é válido ter tais conhecimentos para prevenir qualquer distúrbio.

Pode-se agrupar as causas das disfunções sexuais em cinco tipos: médicas, psicológicas, vinculativas, situacionais e sexológicas. Falarei um pouco sobre cada uma.

Médicas: são todas as doenças agudas e crônicas (como infecções vaginais e diabetes, respectivamente), acidentes (no caso de lesões da medula espinhal) ou medicações (como os antidepressivos) que inibem a resposta sexual.

Psicológicas: é o caso dos transtornos psicológicos (como a depressão), traumas relacionados a experiências sexuais negativas, mecanismos psicológicos de bloqueio, emoções perturbadoras e o sempre presente estresse.

Vinculativas: o relacionamento do casal, em si, pode ser a causa principal de disfunções sexuais: conflitos, crises, comunicação disfuncional, violência, vínculo fraternal, ciúme, são aspectos a considerar para a avaliação diagnóstica.
Situacionais: diferentes elementos do contexto social próximo ou de uma situação específica podem gerar uma influência patológica sobre a vida sexual. Problemas econômicos, exigências profissionais, desemprego, dificuldades familiares ou uma aposentadoria recente são alguns exemplos.

Sexológicas: finalmente, as causas ligadas a circunstâncias do próprio ato sexual. Devemos prestar especial atenção ao estímulo inadequado, excesso de expectativa, estilos sexuais incompatíveis, rotina sexual rígida, ausência de habilidades sexuais, interferências antieróticas.
Vimos um panorama muito sintético, apenas para que você tenha uma noção da quantidade de fatores que podem desestabilizar a satisfação sexual de um casal. Como sempre digo, quando tiver dúvidas sobre sua sexualidade, sobretudo se isso gera angústia, consulte um especialista em sexologia.

Fonte:http://blogs.discoverybrasil.uol.com.br/sexo/#
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quarta-feira, 7 de março de 2012

LIPOASPIRAÇÃO E LIPOESCULTURA: MEDIDAS ESTÉTICAS OU PARA A MANUTENÇÃO DA SAÚDE?

Que mulher não quer ter uma silhueta mais fina ou atenuar o contorno de certas regiões como o culote, por exemplo? Difícil imaginar alguém indiferente a essas possibilidades, não é? Por essa razão, a lipoaspiração e a lipoescultura se popularizaram tanto no Brasil. Porém, é muito comum encontrar informações equivocadas sobre as indicações desses procedimentos, portanto, vamos esclarecer isso agora!

Antes de qualquer coisa é importante entender a diferença entre lipoaspiração e lipoescultura. Segundo o Dr. Ubajara de Freitas Guazzelli, cirurgião plástico especialista em cirurgia plástica estética, reparadora e queimados, o procedimento é o mesmo, a única diferença é que “a lipoaspiração consiste somente na retirada da gordura localizada, enquanto na lipoescultura a gordura localizada é retirada e injetada em outra região do corpo da paciente”.

Se a “lipo”, como é conhecida, retira gorduras do corpo, quer dizer que ela é um método de emagrecimento? Não. O cirurgião esclarece que essa é uma confusão muito comum. “Esses procedimentos são indicados apenas para pessoas que estão com o peso ideal ou um pouco acima dele, com a finalidade de retirar excesso de gordura localizada que não foi eliminada após a adoção de uma dieta equilibrada e exercícios físicos”, explica. Ele enfatiza que o procedimento é contraindicado para obesos, bem como para pessoas com pressão arterial ou diabetes descontrolada, problemas cardíacos ou alergias severas, entre outros casos específicos.

Procedimentos

Na lipoaspiração a retirada da gordura na camada debaixo da pele (subcutânea) é feita por meio de cânulas, que são instrumentos que possuem entre 3 e 5 mm de diâmetro e pequenos orifícios nas pontas. Esses orifícios retiram a gordura e a injetam nos locais indicados no caso da lipoescultura.

Complicações

Assim como em qualquer procedimento cirúrgico há riscos que variam dos mais simples aos mais graves. Porém, o índice de complicação grave na lipoaspiração é de 1 para cada 57 mil lipoaspirações, o que é considerado um percentual baixo, de acordo com o Dr. Guazzelli, também membro da equipe de cirurgia plástica do Hospital Edmundo Vasconcelos. 

Quem pode realizar esses procedimentos?

“Recomenda-se que a escolha seja por um médico especialista cadastrado na Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP), pois assim estará garantido que ele fez residência em cirurgia plástica e possui título de especialista”, alerta o médico.